Para quem costuma ler séries, há uma frase que embora irrite solenemente, é verdade na maioria dos casos: "a série fica boa a partir do terceiro!", com excepção talvez do dresden, que segundo li, o quarto é excepcional, o quinto põe-nos a pensar se o quarto foi um acidente, mas depois do sexto não se consegue parar de ler.
Grave Dance é o segundo livro da série Alex Craft, cuja acção se passa um mês depois do Grave Witch, em que vemos a nossa heroína a descobrir um intolerância ao ferro, e a descobrir que os poderes estão ligeiramente evoluídos.
Bastante melhor que o primeiro volume, deixou-me à espera do terceiro, para ver se é desta que me deslumbra.

Tenho lá para ler e pergunto-me se devo pegar nisto ou não.
ResponderEliminarDiscordo da tua análise do Dresden, quando peguei só consegui parar quando não havia mais para ler.
Tu leste os 3 livros do secret circle e os 4 do twilight, e estás com dúvidas em pegar num que ao menos faz sentido? :P
EliminarA minha análise ao Dresden não é minha, já não sei em qual dos volumes li essa crítica, senão hiperligava para lá.
Eu e Dresden temos uma relação que ainda não consegui definir. Cheira-me que é por estar habituada a "livros de gaja". Gosto, quando leio fico entusiasmada e custa a parar, mas se paro, não sinto aquela necessidade de voltar logo a pegar.
Apesar da história não ser tão boa, nem com tanto pormenor, gosto mais duma Mercy Thompsom (lá está, só parei quando já não havia mais nenhum para ler), ou duma Kate Daniels, mas isso, claro está, são os meus 2 cêntimos :)