Coincidência ou não, na mesma altura cruzei-me com uma referência ao Comfort Food. Ao pesquisar mais informação sobre o livro deparei-me com o disclaimer da autora:
DISCLAIMER:
This is not a story about consensual BDSM. This is a story about "actual" slavery. If reading an erotic story without safewords makes you uncomfortable, this is not the book for you. This is a work of fiction, and the author does not endorse or condone any behavior done to another human being without their consent.
O meu Tico fez logo soar as campainhas de alarme "É BDSM" isso faz-nos confusão. Ao que o Teco respondeu "É uma história de ficção".
"Mas não tem safewords".
"É uma história de ficção".
"Deixa-me voltar a dizer NO SAFE WORDS".
Exacto. Sem safewords. Completamente fora da minha zona de conforto.
Comfort Food conta-nos a história de Emily Vargas, uma licenciada em psicologia e guru de livros de auto-ajuda, que é raptada e mantida em captiveiro, até a sua perspectiva da realidade mudar radicalmente. A história é contada na primeira pessoa, e mostra-nos o evoluir da personalidade da Emily em que as condições que está sujeita lhe trocam as prioridades, de tal forma que a chicken noodle soup (comfort food) passa a ser encarada como castigo, e as vergastadas passam a ser encaradas como conforto.
O livro leva o síndroma de estocolmo à letra.
Exacto. Sem safewords. Completamente fora da minha zona de conforto.
Comfort Food conta-nos a história de Emily Vargas, uma licenciada em psicologia e guru de livros de auto-ajuda, que é raptada e mantida em captiveiro, até a sua perspectiva da realidade mudar radicalmente. A história é contada na primeira pessoa, e mostra-nos o evoluir da personalidade da Emily em que as condições que está sujeita lhe trocam as prioridades, de tal forma que a chicken noodle soup (comfort food) passa a ser encarada como castigo, e as vergastadas passam a ser encaradas como conforto.
O livro leva o síndroma de estocolmo à letra.
Faz-nos pensar que não importa se a resistência mental é forte o suficiente ou não, quantos livros de auto-ajuda se escreveram, e não adianta ter uma licenciatura em psicologia e identificar os sintomas que se estão a sentir.
Eventualmente, toda a gente quebra.
No reino animal, após manter um animal em captiveiro durante muito tempo, é mais cruel libertá-lo de volta ao mundo real, do que mantê-lo na prisão a que começou a chamar de casa.

So... should I read it?
ResponderEliminarSe te apetecer algo do género. Eu gostei, talvez por não ter nenhuma cena extremamente chocante. O fim principalmente foi bem conseguido, na minha opinião.
EliminarMas é ebook, tem tipo 1307140 páginas, não sei se haverá em audio.
Agora estou a ler o Defending Jacob - mais um livro da moda - sobre um assistant district attorney, cujo filho é acusado de ter assassinado um colega de escola.
A seguir queria ler o forbidden da Tabitha Suzuma - a história de dois irmãos que se vêm obrigados a tomar conta dos mais novos, e que acabam por se apaixonar um pelo outro.
Eu realmente, estou mesmo a diversificar o tipo de leitura, ela é rapto/escravatura/bondage, crianças assassinas, e por fim incesto.
(Ainda hei de por zombies - que é outra temática que fujo a sete pés - pelo meio)
Errata: as 1307140 páginas devem ser lidas como 130/140 páginas - faltou carregar no shift
EliminarAre you calling my reading habits limited?
EliminarLivros de zombies bore the crap out of me.
No, but mine are.
EliminarEu normalmente agarro-me a um tipo de livros e leio-o até à exaustão.
Eu não gosto de zombies. É daquelas coisas que não fazem falta nenhuma. Exceptuando talvez os originais - tal como apareceram na short story da Mercy. Agora os actuais, resultantes de mutação de virus, sem necromancer a controlar, não têm piada nenhuma. Mas, o feed despertou-me curiosidade, e depois de ler a short story de como aconteceu o rising, decidi dar-lhe uma hipótese.
Zombies bore the fudge out of me, mas estou a meio da Sookie alegremente e estou tentado a ler este.
EliminarNão sei o que vou ler a seguir, fico sempre muito indeciso a seguir às aventuras da miss Stackhouse.
Eu tenho tanto livro que quero ler, que o difícil é escolher qual.
EliminarEste sábado fui à feira do livro, e só não me desgracei toda, porque tinha comprado 4 livros no bookdepository no dia antes. Limitei-me a comprar o livro da kampusch (em português) para o dia da mãe, e para mim o divergent(http://www.goodreads.com/book/show/13335038-divergent) - há que incentivar a importação dos livros em inglês das nossas editoras :o)